Março de 2008


Talvez você já conheça, mas se não conhece, recomendo assitir esta animação em Flash. Uma das minhas favoritas.

Segue o texto, extraído da revista FIDES REFORMATA, do segundo semestre de 1997, da autoria de AUGUSTUS NICODEMUS:

“Este ponto (a necessidade de usar a pregação expositiva) fica reforçado pelos resultados de uma pesquisa recente, feita por Thom Rainer e sua equipe, entre 576 das igrejas que evangelizam mais eficazmente nos Estados Unidos. Rainer publicou os resultados sob forma de livro.(18) Ele admite que muita coisa foi como ele esperava, mas num capítulo intitulado “Dez Surpresas” ele fala de algumas descobertas inesperadas, pois num certo sentido vão de encontro a alguns conceitos popularizados pelo movimento de crescimento de igrejas. Destaco algumas dessas surpresas:

1. Das igrejas que mais crescem nos Estados Unidos, poucas usam eventos evangelísticos, como, por exemplo, campanhas evangelísticas com pregadores conhecidos e corais convidados. A maioria dessas igrejas considerou ineficaz a promoção desses eventos. Elas gastam muito dinheiro, recursos e tempo na preparação, e somente uns poucos dos que se decidem durante o evento acabam ficando e sendo batizados nas igrejas. Em geral, as igrejas que mais crescem são as que simplesmente mantêm sua programação regular de cultos.

2. Ministérios durante a semana não são necessariamente eficazes para o crescimento da Igreja . Na maioria das igrejas que estão crescendo, o número maior de convertidos vêm dos cultos regulares, especialmente aos domingos. Alguns estudiosos têm defendido o que chamam de “igrejas de sete dias por semana,” que oferecem toda sorte de atividades à comunidade, como creches, escolas, e outros ministérios. Alguns até mesmo defendem que há estreita relação entre essas atividades semanais e o crescimento de igrejas. A pesquisa de Rainer, porém, aponta na direção oposta.

3. A evangelização tradicional está viva e “passando bem.” O antigo método de evangelismo porta-a-porta tem sido descartado por algumas autoridades em crescimento de igrejas como ultrapassado. Inesperadamente, a equipe de Rainer descobriu que a maioria das igrejas que crescem ainda se utilizam eficazmente desse método. Os líderes destas igrejas disseram que a resistência encontrada nas casas visitadas era a mesma de alguns anos passados. Mas o que importa, disseram, é que a igreja tem de obedecer ao “ide” de Jesus.

4. A localização da igreja não é um fator decisivo no crescimento evangelístico das igrejas. Esta descoberta contraria um princípio central do movimento de crescimento de igrejas, que a localização é fator determinante na plantação de uma nova igreja. Rainer reconhece que uma boa localização oferece mais oportunidades para crescimento. Porém, a boa localização em si não garante o crescimento do número de conversões . Das igrejas entrevistadas pela sua equipe, nove dentre dez responderam que a sua localização não teve qualquer impacto decisivo no aumento de conversões. Igrejas mal localizadas, mas que tinham uma visão evangelística mais agressiva, apresentaram um número crescente de conversões.

5. Uma multiplicidade de opções não melhora necessariamente a eficácia evangelística de uma igreja. Alguns livros de crescimento de igrejas têm caracterizado igrejas eficazes como do tipo “praça de alimentação,” que oferecem um leque amplo e variado de atividades para todos os gostos, como cultos mais tradicionais, cultos jovens, cultos mais informais, concertos, encontro de solteiros e viúvos, etc. A igreja torna-se uma agenciadora de várias opções de atuação. Entretanto, a oferta de variedades não provoca necessariamente o crescimento evangelístico das igrejas, conforme os resultados da pesquisa de Rainer. Um bom número de líderes respondeu negativamente, pelo temor de que, no processo de contextualização dessas atividades, a igreja viesse a acomodar-se às demandas do mundo.

Rainer resume o capítulo dizendo que as igrejas que têm sido melhor sucedidas em alcançar os perdidos são aquelas que têm focalizado no que é básico: pregação bíblica, oração, testemunho intencional, missões e treinamento bíblico na Escola Dominical. Essas igrejas rejeitaram toda metodologia que se desvia desses pontos fundamentais, e abraçaram as que os desenvolvem e aprofundam. Rainer conclui dizendo que um dos elementos fundamentais do evangelismo eficaz dessas igrejas era a pregação bíblica expositiva.”

Lloyd-Jones
Temas: União com Cristo, Salvação, Pecado Original

Apeguemo-nos, pois, ao que importa, que é a união com Cristo. É porque estamos unidos a Ele que derivamos dEle todos estes benefícios. É porque estamos unidos a Ele que a nossa salvação final está garantida, pois tudo o que aconteceu com Ele acontece conosco. A mesma coisa sucedia quando estávamos unidos a Adão. Foi aquele pecado único de Adão que trouxe sobre nós todas as más conseqüências. E é a ação de Cristo que traz sobre nós todas as bençãos. Assim como estávamos unidos a Adão, assim estamos agora unidos a Cristo - essa é a doutrina.

Fonte: Romanos - Cap. 6 - O Novo Homem - Ed PES - Pág. 55