Recebi hoje um e-mail do irmão Ranieri Maciel Menezes advertindo-me quanto ao uso de algumas imagens iconográficas no site bomcaminho.com (ele falava especialmente de um dos banners da página principal, mas havia pelo menos 4 imagens assim por todo o site).
Apesar das imagens mostrarem a paixão de Cristo de um ângulo em que não figura o rosto (marca maior de identificação de uma pessoa), ainda assim considerei que ele tem razão e por isso fiz adequações no site. Afinal, se até a serpente de bronze feita por Moisés no deserto tornou-se Neustã e foi adorada como ídolo nos tempos dos Reis (2 Reis 18:4), então tudo pode acontecer.
Desta forma, procurarei, daqui para a frente, evitar imagens que mostrem o Senhor de alguma forma direta. Sei que este é um assunto complexo principalmente quando se aborda o material infantil usado nas igrejas, mas é prudente seguir, sem questionar, o segundo mandamento.
Além do mais, é claro que é ridículo representar o Carpinteiro de Nazaré, Segunda Pessoa da Trindade, Filho do Deus Vivo e Rei de todo o Universo como um hippie de saias com um ar efeminado, como os artistas convencionaram retratá-lO. Esta infeliz imagem perpetua-se na mente das pessoas, sendo uma fonte de distração e confusão na adoração ao Senhor.
O irmão também enviou-me o link para um artigo de sua autoria, que recomendo aos irmãos para que leiam e reflitam a respeito.
Como citado por Raniere em seu artigo, a Segunda Confissão Helvética nos faz um lembrete interessante no seu quarto capítulo: “Apesar de Cristo ter assumido a natureza humana, ele não o fez para servir de modelo para escultores e pintores”. É isso aí!